Boletim da emergência no Hospital da Criança (30/10)

Boletim da emergência no Hospital da Criança (30/10)

Administração do Hospital da Criança (HC), em Chapecó, informa que a situação na emergência daquela unidade, entre as 20 horas do dia 29, até as 20 horas do dia 30 de outubro chegava a 209 pacientes atendidos. De acordo com direção médica, o fluxo de atendimento é prestado de acordo com a gravidade dos casos. Os casos passam por triagem cuja classificação de risco aponta a prioridade dos atendimentos para cada paciente que chega. Entre as maiores queixas apresentadas pelos pacientes estão quadros vômito, seguidas por casos de diarreia e febre.

No HC havia na emergência até as 20h45min do dia 30, 11 pacientes em observação. Na sala de espera para consulta havia 19 crianças acompanhadas por pais ou responsáveis. Somente nas últimas 24 horas foram atendidos no pronto atendimento do HC, 209 pacientes pediátricos, equivalendo a média de nove pacientes por hora. No horário entre as 17 e 21 horas houve súbita demanda de casos por acometimento de pacientes apresentando mal estar por vômito e febre. Ainda no mesmo período foram registrados três pacientes apresentando quadro grave, necessitando urgente atenção médica, o que representou em aumento de até três horas no tempo de espera no atendimento aos casos não graves. Diante do quadro excepcional, fora reforçado plantão com equipe de profissionais da enfermagem para suprir a demanda.

Administração reforça que a prioridade no atendimento é para casos de urgência ou emergência, o que pode resultar em maior tempo de espera no atendimento para casos ambulatoriais. De acordo com dados apurados junto ao pronto atendimento do Hospital da Criança, 87% das situações que lá chegaram nas últimas 24 horas, estes eram ambulatoriais, ou seja: situações que não apresentavam quadro de urgência ou emergência. Por isso, a orientação é para que a população procure uma das unidades de pronto atendimento do seu município antes de buscar uma unidade hospitalar. Tanto pronto atendimentos como postos de saúde dos municípios tem em seus quadros, profissionais aptos para atendimentos a exemplo de: pequenos curativos, quadro febril não agudo, diarréia e vômito esporádicos de pouca intensidade, dores com fraca intensidade e/ou, queixas dessa natureza. Quando casos mais graves, equipes profissionais tanto de postos de saúde quanto de pronto atendimentos ambulatoriais, identificarão necessidade para encaminhamento a uma unidade hospitalar.

  • COMPARTILHAR